segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

APOL 1: Politicas comparadas e Teoria politica classica

Certas...


Questão 1/5 - Política Comparada
De acordo com Perissinotto (2013, p. 151): “Em uma afirmação bastante conhecida, o antropólogo Guy E. Swanson diz que ‘pensar sem comparar é impensável’, pois, ‘uma vez ausente a comparação, estarão ausentes também a pesquisa e o pensamento científicos’ (Swanson, 1973, p. 145). Há certamente formas de fazer ciência que não invocam diretamente o procedimento comparativo, como os trabalhos de pesquisa essencialmente descritivos e limitados a um único caso que, embora mais modestos do ponto de vista de seu alcance teórico, contribuem para o avanço do conhecimento por meio da observação e da interpretação rigorosas dos fatos. Não há dúvida, porém, de que o procedimento comparativo é o que produz explicações mais robustas do ponto de vista científico”.

domingo, 18 de novembro de 2018

Medieval

Todas certas..


Questão 1/5 - História Medieval 
Considere o seguinte trecho: 
“No tempo de Constantino (272-337), o primeiro imperador romano a professar o cristianismo, os cristãos passam a ser indicados para cargos públicos e a receber benefícios financeiros. O cristianismo passou assim de uma crença a uma instituição com regras rígidas, que contribuíram para sua unidade e expansão durante toda a Idade Média.” 

História Antiga

acertei 4

Questão 1/5 - História Antiga 
Considere a citação: 
“Os santuários, que em geral se situavam longe das pólis, foram também os lugares onde se construiu uma religião grega comum, a partir de divindades originárias da Anatólia, do Levante, de Creta e do mundo micênico. Foi nesses santuários, igualmente, assim como no mundo colonial grego, mais exposto às diferenças culturais, que aos poucos se estabeleceu uma primeira identidade grega frente aos bárbaros (de barbaros – o que fala outra língua)”. 

domingo, 4 de novembro de 2018

Apol: RI e Elites

Tirei 80--


Questão 1/5 - Teoria das Relações Internacionais 
“Existem duas dimensões muito importantes para a interdependência complexa. A primeira assume que o quadro permanece inalterado para um dos atores da interdependência. Um determinado conjunto de políticas se mantém constante, o que demonstra que as políticas domésticas desse ator foram fortes o suficientes para sobreviver à crise. Já a segunda dimensão repousa na disponibilidade relativa e na riqueza das alternativas que diversos atores enfrentam. Podemos definir a segunda dimensão como a situação em que um ator se encontra na relação de interdependência após uma crise nesse relacionamento, pois após a crise, esse ator sofreu custos ao alterar suas políticas”.

Apol 4: RI e Elites

Todas certas é a APOL 4 -- sabiam que com nota muito baixa podem refazer? eu não sabia...


Questão 1/5 - Elites e Poder
Leia o texto abaixo e depois responda à questão:

domingo, 28 de outubro de 2018

APOL 5: RI e Elites


Todas certas...

Questão 1/5 - Teoria das Relações Internacionais 
“Essa teoria surge no contexto da Guerra Fria, pelos escritos de Waltz. Parte-se do pressuposto de que a realidade é dada, existe como uma anarquia, sempre foi e sempre será o oposto da ideia de construção da realidade. Segundo o seu principal autor, as relações internacionais são salpicadas por partículas de governos e mescladas por elementos de comunidade que estão atuando em um sistema anárquico” (Adaptado).

domingo, 21 de outubro de 2018

Apol 3: RI -- Elites e Poder // Teorias de RI


todas certas...

Questão 1/5 - Elites e Poder
Leia o texto abaixo e depois responda à questão:
“Foi nos Estados Unidos que se desenvolveram os estudos pioneiros que deram origem ao que poderíamos chamar de “tradição pluralista”. Na verdade, quando falamos de uma corrente de pensamento “pluralista” não pretendemos dizer que haja total concordância ou coerência entre os seus diversos autores. O que existe entre eles é uma certa unidade quanto à maneira de entender o mundo social, a política e a democracia”. Fonte: PERISSINOTTO, R. M.; COSTA, L., D; MASSIMO, L. As Elites Políticas: questões de teoria e método. 2. ed. Curitiba: InterSaberes, 2018 (Capítulo 5).